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domingo, 3 de junho de 2018

Palavras Pequenas Para Um Coração Grande

CARLOTA CUNHA
03/06/1928 - 90 ANOS - 03/06/2018
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Para Carlota Cunha,
A nossa amada Carlotinha, ou tia Carlota, como muitos afetivamente a chamavam, manifesto, nestas singelas palavras, o coração agradecido ao seu coração materno, que estaria completando hoje 90 anos.
Quanta saudade dessa alma que conheci em minha juventude, na Escola Jesus Cristo, nos anos 80 e, bondosamente, adotou-me, como filho. Alma simples que, com alegria, a todos recebia em nossa instituição; sendo exemplo de:
trabalho,
dedicação
perseverança,
doação,
fidelidade,
caridade e,
principalmente, de Amor.
Amor sempre extremoso
à família,
aos amigos,
ao próximo
à Escola e,
especialmente, à Jesus.
Que Ele a abençoe, querida tia Carlota!
Que a recompense e ilumine!
Carinho eterno,
do menor dos filhos!
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sábado, 12 de maio de 2018

Homenagem às Mães - por Casimiro Cunha

À MINHA MÃE
São três letras, apenas três; no entanto,
Delas fez Deus o mais sublime poema
Poema de amor, de luz, da luz suprema
Que nos aclara a vida e enxuga o pranto.

Mãe é o seu nome, desse eterno emblema
Do mais puro sentir. Mãe,  sacrossanto
Ideal feito mulher, és um problema
Para quem vive da descrença ao manto!

Quando do esquife à beira, um filho choras,
Brotam-te da alma límpidas auroras.
Nas lágrimas que vertes de saudade...

E ao ver-te assim, o próprio ateu se inclina
E crê num Deus, e crê na voz Divina,
Porque em ti se reflete a divindade!
Casimiro Cunha
(Fonte: Academia de Letras de Vassouras, 2002)
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CARTA ÀS MÃES
Minha irmã, se Deus te deu
A luz da maternidade
Deu-te a tarefa divina
Da renúncia e da bondade.

Busca imitar no caminho
A Rosa de Nazaré,
Irradiando o perfume
De amor, de humildade e fé.

Lembra sempre em tua estrada,
Que a paz de tua missão
É feita dessa ternura
Que nasce do coração.

Contempla em cada filhinho
Um luminoso sorriso
Da alegria dolorosa
Que te leva ao paraíso.

Porque, ser mãe, minha irmã,
É ser prazer sobre as dores,
É ser luz, embora a estrada
Tenha sombras e amargores.

Ser mãe é ser a energia
Que domina os escarcéus,
É ser nas mágoas da Terra
Um sacrifício dos céus.
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Casimiro Cunha
(Fonte: Cartas do Evangelho,
Livro psicografado por Chico Xavier)
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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Maria aos Pés da Cruz

“Junto à cruz de Jesus, estava de pé sua mãe” 
(João 19, 25).
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MARIA AOS PÉS DA CRUZ
        Maria, como a primeira discípula e missionária de Jesus, esteve efetivamente presente na vida e missão do seu Filho. Com Ele dialogou, caminhou, rezou, partilhou os encontros e desencontros da missão. O Evangelho de João testemunha que: “De pé, junto à cruz de Jesus, estava a sua Mãe” (Jo 19,25). Contemplando o fruto do seu ventre pendente na cruz, a serva fiel do Senhor não julga os algozes, que condenaram seu amado Filho à morte, mas, em meio à dor, percebe a ação amorosa de um Deus que livremente entrega a sua vida, para redimir toda a humanidade, libertando-a do pecado, o qual fere a beleza da criação.
            Com os discípulos de Jesus, Maria vive intensamente ao lado do Filho a sua paixão, morte e ressureição. Vê cumprir-se as palavras de Simeão: “Eis que este menino está destinado à ruina e ao reerguimento de muitos de Israel. Ele deve ser sinal de contradição, e uma espada transpassará a tua alma” (Lc 2,34). Se por um homem e uma mulher o pecado passou a existir em meio ao mundo, agora também pelo homem Jesus e por uma mulher Maria ele será banido do mundo. A cruz, símbolo de condenação, em Jesus torna-se árvore da vida, esperança da realização de um mundo novo.
            Ao contemplar, durante a Semana Santa, a figura de Maria compassiva, dolorosa e, ao mesmo tempo, valorosa e fiel em pé, junto à cruz do Filho, os cristãos são chamados a despertar para a grande vocação de ser sal, luz e fermento em meio a humanidade e fazer crescer as sementes do Reino.
Pe Rodrigo Arnoso
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"A PAIXÃO de Jesus foi a maior prova de COMPAIXÃO pela humanidade."

sábado, 10 de março de 2018

Abençoa e Auxilia

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ABENÇOA e AUXILIA

Se a incompreensão nos aflige, abençoa e auxilia.
Se a discórdia ameaça, abençoa e auxilia.
Se a dificuldade aparece, abençoa e auxilia.
Se a crítica nos vergasta, abençoa e auxilia.
Se a maldade nos bate à porta, abençoa e auxilia.
Se a irritação nos procura, abençoa e auxilia.
Se o problema se agrava, abençoa e auxilia.
Se o desânimo intenta arrasar-nos, abençoa e auxilia.
Se a injúria nos visita, abençoa e auxilia.
Se a provação surge mais exigente, abençoa e auxilia.
Se o afeto de alguém nos abandona, abençoa e auxilia. 
Ainda mesmo nos dias em que a lágrima seja a única presença em nosso coração para o trabalho a fazer, abençoa e auxilia sempre, porque abençoando e auxiliando estaremos, em toda parte, com o auxílio e com a bênção de Deus.

Bezerra de Menezes
(Psicografado por F. C. Xavier)
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domingo, 25 de fevereiro de 2018

Sejamos Bênção

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(Post do Grupo de Comunicação Espiritual)

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Jesus - por Madre Teresa de Calcutá

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JESUS
Para mim, Jesus é
O Verbo feito carne.
O Pão da vida.
A vítima sacrificada na cruz por nossos pecados.
O Sacrifício oferecido pelos pecados do mundo 
e pelos meus próprios pecados.

A Palavra, para ser dita.
A Verdade, para ser proclamada.
O Caminho, para ser percorrido.
A Luz, para ser acesa.
A Vida, para ser vivida.
O Amor, para ser amado.
A Alegria, para ser compartilhada.

O Sacrifício, para ser oferecido aos outros.
O Pão da Vida, para ser meu sustento.
O Faminto, para ser alimentado.
O Sedento, para ser saciado.
O Desnudo, para ser vestido.
O Desamparado, para ser acolhido.

O Enfermo, para ser curado.
O Solitário, para ser acolhido.
O Indesejado, para ser amado.
O Leproso, para lavar suas feridas.
O Mendigo, para dar um sorriso.
O Alcoolizado, para ser ouvido.
O Deficiente Mental, para ser protegido.

O Pequeno, para ser abraçado.
O Cego, para ser guiado.
O Mudo, para falar por ele.
O Aleijado, para caminhar com ele.
O Drogado, para ser compreendido em amizade.
A Prostituta, para ser livrada do perigo e ser amiga.
O Preso, para ser visitado.
O Ancião, para ser atendido.

Para mim, Jesus é meu Deus.
Jesus é meu Esposo.
Jesus é minha Vida.
Jesus é meu único Amor.
Jesus é meu Tudo.



Madre Teresa de Calcutá
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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Carta de Ano Novo

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CARTA DE ANO NOVO
Ano Novo é também oportunidade de aprender, trabalhar e servir.
O tempo, como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para a necessária ascensão.
Lembra-te de que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para execução de velhas promessas, que ainda não tivestes a coragem de cumprir.
Se tens algum inimigo, faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.
Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.
Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.
Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz no dever bem cumprido.
Novo Ano! Novo Dia!
Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.
Recorda que há mais ignorância que maldade, em torno de teu destino.
Não maldigas, nem condenes.
Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.
Não te desanimes, nem te desconsoles.
Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.
Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora:
Ama e auxilia sempre. Ajuda aos outros amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.
EMMANUEL
Psicografado por Chico Xavier
Do livro "Vida e Caminho"
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domingo, 31 de dezembro de 2017

Mensagem de Ano Novo

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FRATERNIDADE

Ano Novo sempre sugere um balanço de nossas relações com o tempo.
Quantas promessas não cumpridas!…
Quantos planos frustrados!…
E aqueles que já se deixaram registrar no livro divino da responsabilidade perante Deus, fazem contas com a própria consciência, renovando votos de serviço, compreensão, devotamento e renúncia...
Se desejamos, porém, penetrar o segredo das horas, com a realização de nossas esperanças mais elevadas e com a execução gradual de nossos projetos, necessitamos de algo que nos modifique, à frente dos semelhantes, que nos suavize as atitudes, que nos traga correntes de simpatia, que nos inspire o trabalho incessante e digno e que nos alimente o espírito em mais altos padrões de serviço e confiança.
Esse algo, meus irmãos, é a fraternidade profundamente sentida e sinceramente vivida, que auxilie nossa alma, incentivando-a no bem, porque sem fraternidade, há sempre gelo e sombra, indiferença e aspereza no santuário do coração.
NINA ARUEIRA
Psicografado por Chico Xavier
Do livro "Irmãos Unidos"
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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Oração na Noite Santa

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Senhor, nesta Noite Santa, depositamos diante de Tua manjedoura todos os sonhos, todas as lágrimas e esperanças contidos em nossos corações.
Pedimos por aqueles que choram sem ter quem lhes enxugue uma lágrima. Por aqueles que gemem sem ter quem escute seu clamor.
Suplicamos por aqueles que Te buscam sem saber ao certo onde Te encontrar.
Para tantos que gritam paz, quando nada mais podem gritar. 
Abençoa, Jesus Menino, cada pessoa do planeta Terra, colocando em seu coração um pouco da luz eterna que vieste acender na noite escura de nossa fé.
Fica conosco, Senhor! Assim seja!
(Autor Desconhecido)
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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Os Animais Ante o Natal

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OS ANIMAIS ANTE O NATAL

Entretecíamos animada conversação, em torno dos abusos da mesa nas comemorações natalinas, com o parecer do grave Jonathan bem Asser, que asseverava a conveniência de ater-se o homem ao sacrifício dos animais apenas quanto ao estritamente necessário, quando o velho Ebenezer bem Aquim, orientador de grupos hebraicos do Mundo Espiritual, tomou a palavra e se exprimiu conciso:
- Talvez não saibam vocês quanto devemos aos bichos na manifestação do Evangelho...
E, ante a nossa curiosidade, narrou, comovido:
- Há muitos anos, ouvi do rabi Eliúde, que se encontra agora nas esferas superiores, interessantes minudências em torno do nascimento de Jesus. Contou-nos esse antigo mentor de israelitas desencarnados que a localização de José da Galileia e da companheira nos arredores de Belém de Judá não foi assim tão fácil.
O casal, que se compunha de jovem Maria, tocada de singular formosura, e do patriarca que a recebera por esposa, em madureza provecta, entrou na cidade quando as ruas e hospedarias se mostravam repletas.
Os descendentes do ramo de David reuniam-se aos magotes para atender ao recenseamento determinado pelo governo de Augusto.
Bronzeados cameleiros do deserto confraternizavam com vinhateiros de Gaza, negociantes domiciliados em Jericó entendiam-se com mercadores residentes no Egito.
Acompanhados por benemérita legião de Espíritos sábios e magnânimos, a cuja frente se destacava o abnegado Gabriel, que anunciara a Maria a vinda do Senhor. José e a consorte bateram primeiramente às portas da estalagem de Abias, filho de Sadoc, que para logo os rechaçou com a negativa; entretanto, pousando os olhos malevolentes na jovem desposada, ensaiou graçola irreverente, o que fez que José, apreensivo, estugasse o passo para diante.
Recorreram aos préstimos de Jorão, usurário que alugava cômodos a forasteiros. O ricaço considerou, de imediato, a impossibilidade de acolhe-los, mas, ao examinar a beleza da moça nazarena, chamou à parte o enrugado carpinteiro e indagou se a menina era filha de escravos que se pudesse obter a preço amoedado... José, mais aflito, demandou a frente para esbarrar na pensão de Jacob, filho de Josias, antigo estalajadeiro, que declarou impraticável  o alojamento dos viajantes; no entanto, ao fixar-se na recém-chegada, perguntou desabridamente como é que um varão, assim velho, tinha coragem de exibir uma jovem daquela raridade na praça pública. Deprimido, o ancião diligenciou alcançar pousada próxima; contudo, as invectivas de Jacob atraíram curiosos e vadios que cercaram o par, crivando-o de injúrias.
Os recém-vindos de Nazaré, vendo-se alvo de chufas e zombarias, tropeçavam humilhados...
Gabriel, no entanto, recorreu à prece, rogando o Amparo Divino, e diversos emissários do Céu se manifestaram, em nome de Deus, deliberando que a única segurança para o nascimento de Jesus se achava no estábulo, pelo que conduziram José e Maria para a casa rústica dos carneiros e dos bois...
Ebenezer, a seguir, comentou, bem humorado:
- Não fossem os anfitriões da estrebaria e talvez a Boa Nova tivesse seu aparecimento retardado...
E terminou, inquirindo:
- Não será isso motivo para que os animais na Terra sejam poupados ao extermínio, pelo menos no dia do Natal?
Irmão X        

(Psicografado por F. C. Xavier)
(Livro: “Antologia Mediúnica do Natal”)
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