domingo, 20 de dezembro de 2009

E tu, Belém

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De longe vinham eles, ao passo grave dos camelos. Silenciosos, olhos fixos na estrela grande que lhes era fanal e bússola. Ansiedade na alma, as mãos cheias de dádivas, os lábios prontos à oração.
Gaspar, Baltazar, Melchior, ouro e púrpura nos mantos de riqueza bárbara, ouro, incenso e mirra nos cofres preciosos, seguem o caminho luminoso que os leva à adoração daquele que nascera Rei dos Judeus.
Em que palácio faustoso iriam encontrar o Divino Infante? A que artista inspirado fora entregue a madeira preciosa, o marfim de preço, as pedrarias rutilantes que serviriam para talhar e guarnecer o berço da criança predestinada?
Escurece... Os três magos são, agora, três silhuetas exóticas contra o cenário da noite cheia de doçura. A estrela-guia brilha mais, ganha tonalidades de diamante talhado em facetas que são outras tantas estrelas... E no coração dos homens que buscam o Enviado um grande receio se avoluma. Poderão aproximar-se do recém-nascido? Serão as dádivas que transportam recebidas com agrado? Sentem-se cheios de respeitoso temor.
Porque é o Rei dos Judeus que eles vão encontrar. É Aquele que vem em nome do Senhor. É a Força, é a Glória, é a Onipotência.
Surge o casario de Belém.
A estrela para. Um filete de luz flui do grande fanal e desce a apontar o retiro da Sagrada Família. Gaspar, Baltazar e Melchior, mudos de espanto, descem dos camelos que já se ajoelham, conhecendo que já tinham chegado ao termo da longa busca.
O palácio do enviado é, então, a manjedoura rústica, que ali se lhes depara?
Os magos entram... O palácio é de pedra, o berço filigranado é um monte de palha loura. Os cortesãos são pastores; o calor que anima o corpo tenro do Menino é o hálito dos animais que o rodeiam.
Um homem se inclina sobre o palheiro e há nos seus olhos a humildade eternecida, que faz alegre o olhar paterno...
Uma radiosa criatura manem nos braços a dádiva que lhe veio do céu e toda ela é êxtase e ternura. É, em toda plenitude, Maria, Cheia de Graça.
Os magos, aturdidos, tombam de joelhos. É aquele bocadinho de carne rósea e branda o Senhor de Israel, o Verbo feito homem? A Força, a Glória, a Onipotência?
O Menino sorri, e os poderosos viajantes sentem o coração inundado de luz. Ali está, diante dos seus olhos ansiosos, a Doçura, a Humanidade, a .
Grande paz e silêncio ungido de preces reina agora.
Lentamente, Gaspar, Baltazar e Melchior abrem os cofres preciosos que de tão longe trouxeram.
O ouro rola, empanado o brilho pela fulguração da palha humilde em que se reclinam a Mãe e o Filho. A mirra expande-se, em perfume menos doce do que o sorriso do Rei dos Judeus. O incenso envolve a Sagrada Família, roça a cabeça dos pastores em adoração, aquieta-se em nuvem odorífera.
Gaspar, Baltazar e Melchior se inclinam. Há mais temor, ainda, em suas almas. Já não receiam por Ele. Temem por Ele. Tão desarmado e frágil entra no mundo brutal, surge a enfrentar Herodes, a espalhar entre os ímpios as palavras da e do Perdão, Aquele que veio em nome do Senhor...
Três silhuetas exóticas contra o cenário da noite cheia de doçura.
Voltam aos seus régios palácios Gaspar, Baltazar e Melchior. Levam as mãos vazias. Deixaram, aos pés do Menino, ouro, incenso e mirra. E levam o coração cheio de Amor. De Amor que é a mirra, que é o incenso, que é o ouro da vida.
E tu, Belém, terra de Judá, de nenhum modo és a menor entre as capitais de Judá: porque de ti sairá o Pastor que há de apascentar o meu povo de Israel”.
Nair Lacerda
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Belém, Casa do Pão

"E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade... Ele se manterá firme, e apascentará o povo na força do Senhor, na majestade do nome do Senhor seu Deus; e eles habitarão seguros, porque agora será ele engrandecido até os confins da terra. Este será a nossa paz."
(Miquéias 5:2,4-5)


Então convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel.

(Mateus 2:4-6)

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Oh, pequenina cidade de Belém,
como nós a vemos ali tão tranquila!
Sobre seu sono profundo e sonhador
as silenciosas estrelas reluzem:
em suas ruas escuras já brilha
a luz perpétua;
as esperanças e temores
de todos os anos
encontraram-se em você.

(Phillips Brooks)
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(Imagem - desconheço autor)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A Difícil Decisão

DEZEMBRO!
Mês de elevação e renovação!
Mês de refletir, de pensar no grande Amor de Deus manifestado no nascimento de um pobre e Santo Menino entre simples e dóceis animais.



"E Deus amou o mundo de tal maneira que lhe deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna". (Jo 3:16)

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Senhor, ensina-nos a receber as bênçãos do serviço!
Ainda não sabemos, Amado Jesus, compreender a extensão do trabalho que nos confiaste!
Permite, Senhor, possamos formar em nossa alma a convicção de que a Obra do Mundo te pertence, a fim de que a vaidade não se insinue em nossos corações com as aparências do bem!
Dá-nos, Mestre, o espírito de consagração aos nossos deveres e desapego aos resultados que pertencem ao teu amor!
Ensina-nos a agir sem as algemas das paixões, para que reconheçamos os teus santos objetivos!
Senhor Amorável, ajuda-nos a ser teus leais servidores,
Mestre Amoroso, concede-nos, ainda, as tuas lições,
Juiz Reto, conduze-nos aos caminhos direitos,
Médico Sublime, restaura-nos a saúde,
Pastor Compassivo, guia-nos à frente das águas vivas,
Engenheiro Sábio, dá-nos teu roteiro,
Administrador Generoso, inspira-nos a cultivar o campo de nossas almas,
Carpinteiro Divino, auxilia-nos a construir nossa casa eterna,
Oleiro Cuidadoso, corrige-nos o vaso do coração,
Amigo Desvelado, sê indulgente, ainda, para com as nossas fraquezas,
Príncipe da Paz, compadece-te de nosso espírito frágil, abre nossos olhos e mostra-nos a estrela de teu Reino”

Aniceto
(Livro: “Os Mensageiros”)
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A Fábula do Porco-espinho

A amizade é uma benevolência recíproca que torna os seres humanos igualmente cuidadosos uns dos outros. (Platão)
Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram...
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.
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Recentemente recebi esta fábula, que já conhecia de muitos anos atrás. Ouvi-a, pela primeira vez, numa aula da mocidade de nossa Escola Jesus Cristo, em que a minha memória já não registra mais o amigo que a recordou. Porém, desde esse dia nunca mais a esqueci, pois ela nos fala de forma encantadora do sagrado valor da AMIZADE. Algo que sempre tive como uma das coisas mais preciosas da vida. Por isso concordo com Aristóteles quando ele diz: "O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos."
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(Fotos – desconheço autor)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Respeito à Vida

"Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste claras,
E preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã e mãe Terra,
Que nos sustenta e governa,
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas."
(São Francisco de Assis)
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No Abraço da Terra

Quando o índio se inclina para a Terra, ele ouve uma voz suave, como a melodia do canto com que uma mãe acalenta o seu filho. E se o pudesses ver nesse momento, vê-lo-ias sorrir qual criancinha.
Enquanto coloca as sementes nas covas, sua mão acaricia a Terra e seu olhar enche-se de ternura.
Depois o índio vai e deita-se para repousar no chão, que é para ele como o colo da mulher amada.
O amor nas noites do índio a dormir abraçado com a Terra, envolvido com o ar e coberto com as estrelas do céu, é uma coisa que só ele conhece e não a conta a ninguém.
É assim com muitas coisas que existem só para ele. Se não as tivesse, que teria ele ainda? Pensa nisto como queiras, mas se quiseres saber dele alguma coisa, empenha-te por descobri-la e não lhe faças perguntas.

(Antonio Medíz Bolio )

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A ética consiste, pois, em que eu sinta a necessidade de ter o mesmo respeito para com toda vontade de viver que com a minha própria. Com isto nos é dado o necessário princípio básico para que possamos imaginar a ética. Bom é o que preserva e favorece a vida; mau é o que destrói e impede a vida.

(...) O homem só é verdadeiramente ético quando obedece à necessidade de ajudar a toda vida a que pode ajudar, e que se envergonha de causar dano a todo e a qualquer ser vivo. Ele não se pergunta até onde esta ou aquela vida tem valor para merecer participação, nem se, ou até onde, ela ainda é capaz de sentir. Para ele a vida em si é santa. Não arranca nenhuma folha das árvores, não quebra uma flor, e toma cuidado para não pisar em nenhum inseto.

A ética é a responsabilidade por tudo quanto vive, estendida além de todos os limites. Definir ética como o comportamento que visa o respeito diante da vida nos parece, em sua generalidade, uma definição fria. Mas esta é a única definição completa. A compaixão é por demais restrita para que a consideremos como a essência da ética. Pois compaixão designa somente o participar na vontade de viver de quem está sofrendo. Mas faz parte da ética compartilhar de todas as situações e de todas as aspirações da vontade de viver, de seu prazer, de seu desejo de viver plenamente, como igualmente de seu impulso para a perfeição.

(Albert Schweitzer)

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Longe da natureza.
o coração do homem se endurece.
Falta de atenção
para o que cresce e vive
também leva logo
à falta de atenção
para com as pessoas.
(Lame Deer)

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(Imagem - desconheço autor)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Eles Vivem

"Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? A morte foi tragada pela VIDA."

(I Cor 15:55)

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"Ante os que partiram, precedendo-te na Grande Mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração.
Eles não morreram. Estão vivos.
Compartilham-te as aflições, quando te lastimas sem consolo.
Inquietam-se com sua rendição aos desafios da angústia quando te afastas da confiança em Deus. Eles sabem igualmente quanto dói a separação. Conhecem o pranto da despedida e te recordam as mãos trementes no adeus, conservando na acústica do espírito as palavras que pronunciaste, quando não mais conseguiram responder as interpelações que articulaste no auge da amargura.
Não admitas estejam eles indiferentes ao teu caminho ou à tua dor. Eles percebem quanto te custa a readaptação ao mundo e à existência terrestre sem eles e quase sempre se transformam em cirineus de ternura incessante, amparando-te o trabalho de renovação ou enxungando-te as lágrimas quando tateias a lousa ou lhes enfeitas a memória perguntando porque.
Pensa neles com a saudade convertida em oração. As tuas preces de amor representam acordes de esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas na vida.
Quando puderes, realiza por eles as tarefas em que estimariam prosseguir e tê-los-ás contigo por infatigáveis zeladores de teus dias. Se muitos deles são teu refúgio e inspiração nas atividades a que te prendes no mundo, para muitos outros deles és o apoio e o incentivo para a elevação que se lhes faz necessária. Quando te disponhas a buscar os entes queridos domiciliados no Mais Além, não te detenhas na terra que lhes resguarda as últimas relíquias da experiência no plano material.
Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite, mas sim ao encontro do Novo Despertar."
Emmanuel
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"A crença na Vida Superior é atividade da ALMA."
"A ideia da morte não serve para aliviar, curar ou edificar verdadeiramente. É necessário difundir a ideia da vida vitoriosa. Aliás, o Evangelho já nos ensina, há muitos séculos, que Deus não é Deus de mortos, e, sim, o Pai das criaturas que vivem para sempre."
Aniceto
(Livro: "Os Mensageiros")

terça-feira, 27 de outubro de 2009

“Lembranças à Escola Jesus Cristo”

Bem-aventurada a Escola Jesus Cristo, a oficina que habilita os servos fiéis para o Senhor e para a Eternidade!
(Severino)
(Foto - Fachada da Escola Jesus Cristo na década de 40)
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Templo
Escola amiga que encerras
Um templo de luz divina,
Teus ofícios de doutrina
São hinos de amor e luz!
As tuas preces são bênçãos,
Teu breviário – é a bondade,
Teu altar – a Humanidade,
Teu sacerdote – é Jesus!
Casimiro de Abreu
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Se desejas luz e paz,
Eis, meu amigo, que insisto,
Na tua vinda, hoje mesmo,
À Escola de Jesus Cristo.
Casimiro Cunha
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Em tudo daí graças. (I Ts 5:18)

A gratidão é o único tesouro dos humildes.
(William Shakespeare)

Neste dia de doces recordações e muita saudade, dia de reconhecer e agradecer o amparo divino, em especial por essa “Casa de Bênçãos”, é com sincera humildade em terna oração que rogo ao Senhor por essa Escola amada, nos seus 74 anos de existência.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Doce Abandono

Quão desvairados são os que, por gozar este sopro de vida tão breve, se expõem a perder o descanso daquela que para sempre há de durar.
Quão mutável é a fortuna: sempre muda de um lugar para outro!
O verdadeiro amor não busca a si, sim ao que ama.

(São Pedro de Alcântara)
"Quando todas as seguranças falham, quando todos os apoios humanos estão por terra e voaram enfeites e roupas, a pessoa, nua e livre, encontra-se quase sem querer nas mãos de Deus.
Um homem despojado é um homem entregue, como essas aves implumes que estão felizes nas mãos cálidas do Pai.
Quando não se tem nada Deus transforma-se em tudo.
Deus está sempre no centro.
Quando todos os revestimentos caem, aparece Deus.
Quando todas as esperanças sucumbem, Deus levanta o braço da esperança.
Quando os andaimes arriam, Deus transforma-se em suporte e segurança.
Só os pobres possuirão a Deus.
"
(São Francisco de Assis)
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“Do santo abandono no Senhor nasce a liberdade do espírito que possuem as pessoas virtuosas. Nelas se encontra toda a felicidade que se pode desejar nesta vida. Nada temendo, nada querendo e nada cobiçando das coisas do mundo, tudo possuem.”
(Santa Teresa de Ávila)
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(Imagem - Cidade de Assis, torre da Catedral)

domingo, 4 de outubro de 2009

Pelo dia do "Poverello" de Assis

"Em toda minha vida, a única coisa que fiz foi amar, e o primeiro mandamento do amor é deixar viver os viventes. (...) De minha parte, eu procurei ser o irmão menor entre os viventes, principalmente entre os mais frágeis."
(São Francisco de Assis)
O Signore,
Fa si che io sia uno strumento della Tua pace,
Dove è ódio, fa che io semini amore,
Dove è offesa, fa che io semini perdono,
Dove è dubbio, fa che io semini fede,
Dove è disperazione, fa che io semini speranza,
Dove è oscurità, fa che io semini luce,
Dove è tristezza, fa che io semini gioia,

O Divino Maestro,
Concedi che io non tanto possa cercare
Di essere consolato che di consolare,
Di essere compreso che di comprendere,
Di essere amato che di amare,
Perchè è nel dare che noi riceviamo,
Nel perdonare che noi siamo perdonati,

Ed è nel morire che siamo rinatti alla vita eterna.
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Acima a Oração de São Francisco (também chamada de Oração da Paz) em italiano, sua língua materna, como terna e singela lembrança pelo seu dia, desejando que ele abençoe a todos os amigos que por aqui passam.
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sábado, 26 de setembro de 2009

Ainda sobre a Humildade

“É a humildade que atrai a alma a Deus.” (Dadi Janki)
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Humildade lhe ensina a arte de voar. Mas se influências negativas, internas ou externas, trouxerem você para baixo, lembre-se que a raiz disso é o ego. Ego é muito sutil e por isso não é facilmente detectado. Ele trabalha de forma subterrânea, minando a fundação da verdade. Muitas coisas podem dispará-lo: comentários das pessoas, críticas, circunstâncias. Fique alerta, preste atenção em você. Mantenha sua humildade com auto-respeito. Não permita que nada toque suas asas. Simplesmente continue a voar.”
Dadi Janki
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"Há muitas pessoas que falam bastante em humildade, mas nunca revelam um gesto de obediência. Jamais realizaremos a bondade, sem começarmos a ser bons. Alguma coisa pequenina há de ser feita, antes de edificarmos as grandes coisas. O Senhor ensinou, muitas vezes, que o reino dos céus está dentro de nós. Ora, é portanto em nós mesmos que devemos desenvolver o trabalho máximo de realização divina, sem o que não passaremos de grandes irrefletidos."
Isabel
(Livro: "Os Mensageiros")
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"Qual o caminho para a humildade?
- Aprenda a esquecer-se. Fale pouco. Ouça mais."
Chico Xavcier
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