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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Clara de nome, mais clara por sua vida...

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Dia de Santa Clara.
Nasceu em Assis no dia 16 de julho de 1193 e faleceu em 11 de agosto de 1253, também em Assis.
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     “Foi nobre de nascimento e muito mais pela graça. Foi virgem no corpo e puríssima no coração; jovem em idade mas amadurecida no espírito. Firme na decisão e ardentíssima no amor de Deus. Rica em sabedoria sobressaiu na humildade. Foi Clara de nome, mais clara por sua vida e claríssima em suas virtudes. Sobre ela foi edificada uma estrutura das mais preciosas pérolas, cujo louvor não vem dos homens mas de Deus. É impossível compreendê-la com nossa estreita inteligência e apresentá-la em poucas palavras”. 
Tomas de Celano (1 Cel 8, 18-19) 
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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Oitavo Centenário da Indulgência de Assis

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800 ANOS DO PERDÃO DA PORCIÚNCULA
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domingo, 8 de maio de 2016

Casinha Branca

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CASINHA BRANCA
(Gilson)
Eu tenho andado tão sozinha ultimamente,
Que nem vejo em minha frente,
Nada que me dê prazer.
Sinto cada vez mais longe a felicidade,
Vendo em minha mocidade,
Tantos sonhos perecer.

Eu queria ter na vida simplesmente,
Um lugar de mato verde,
Pra plantar e pra colher.
Ter uma casinha branca de varanda,
Um quintal, uma janela,
Para ver o sol nascer.

Ás vezes saio a caminhar pela cidade,
Á procura de amizade,
Vou seguindo a multidão.
Mas me retraio olhando em cada rosto,
Cada um tem seus mistérios,
Seu sofrer, sua ilusão.

Eu queira ter na vida ...

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Uma simples constatação real da vida atual...

Dia das Mães

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“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha. 
(1 Coríntios 13: 4-8)
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Assim é o puro AMOR!...
Assim é o AMOR das MÃES!...
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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Súplica

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SÚPLICA
Quem me dera descansar em ti! Quem me dera que viesses a meu coração e que o embriagasses, para que eu me esqueça de minhas maldades e me abrace contigo, meu único bem! Que és para mim? Tem piedade de mim, para que eu possa falar. E que sou eu para ti, para que me ordenes amar-te e, se não o fizer, irar-te contra mim, ameaçando-me com terríveis castigos? Acaso é pequeno o castigo de não te amar? Ai de mim! Dize-me por tuas misericórdias, meu Senhor e meu Deus, que és para mim? Dize a minha alma: Eu sou a tua salvação. Que eu ouça e siga essa voz e te alcance. Não queiras esconder-me teu rosto. Morra eu para que possa vê-lo para não morrer eternamente.
       Estreita é a casa de minha alma para que venhas até ela: que seja por ti dilatada. Está em ruínas; restaura-a. Há nela nódoas que ofendem o teu olhar: confesso-o, pois eu o sei; porém, quem haverá de purificá-la? A quem clamarei senão a ti? Livra-me, Senhor, dos pecados ocultos, e perdoa a teu servo os alheios! Creio, e por isso falo. Tu o sabes, Senhor. Acaso não confessei diante de ti meus delitos contra mim, ó meu Deus? E não me perdoaste a impiedade de meu coração? Não quero contender em juízos contigo, que és a verdade, e não quero enganar-me a mim mesmo, para que não se engane a si mesma minha iniquidade. Não quero contender em juízos contigo, porque, se dás atenção às iniquidades, Senhor, quem, Senhor, subsistirá?
Santo Agostinho
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sábado, 19 de março de 2016

São José e Suas Virtudes

“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Que estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente.
E, projetando ele isto, eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em um sonho, dizendo: 'José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos seus pecados'. (...) José, ao despertar do sono, agiu conforme o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu em sua casa sua mulher.” 
(Mateus 1:18-24)
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São Mateus, ao apresentar o Santo Patriarca, escreve: José, seu esposo, sendo justo... Esta é a definição que o Evangelho nos dá de São José: homem justo.
A justiça não é somente a virtude que consiste em dar a cada um o que lhe pertence: é também santidade, prática da virtude, cumprimento da vontade de Deus. O conceito de justo no Antigo Testamento é o mesmo que o Evangelho expressa por meio da palavra santo. Justo é aquele que tem um coração puro e reto nas suas intenções, aquele que na sua conduta observa todas as coisas prescritas a respeito de Deus, do próximo e de si mesmo..José foi justo em todas as acepções do termo; nele se deram de modo pleno todas as virtudes, numa vida simples, sem especial relevo humano.
Ao considerarmos as virtudes do Santo Patriarca – por vezes ocultas aos olhos dos homens, mas sempre resplandecentes aos olhos de Deus –, devemos ter presente que essas qualidades às vezes não são valorizadas por aqueles que só vivem na superfície das coisas e dos acontecimentos. É um hábito frequente entre os homens “entregarem-se totalmente às coisas exteriores e descuidarem as interiores, trabalharem contra o relógio; aceitarem a aparência e desprezarem o que é efetivo e sólido; preocuparem-se muito com o que parecem e não pensarem no que devem ser. Por isso as virtudes que se apreciam são essas que entram em jogo nos negócios e no comércio dos homens; pelo contrário, as virtudes interiores e ocultas de que o público não participa, em que tudo se passa entre Deus e o homem, não só não se seguem como nem sequer se compreendem. E no entanto, é nesse segredo que reside todo o mistério da virtude verdadeira [...]. José, homem simples, procurou a Deus; José, homem desprendido, encontrou a Deus; José, homem retirado, gozou de Deus”. A nossa vida, como a do Santo Patriarca, consiste em procurarmos a Deus nos afazeres diários, encontrá-lo, amá-lo e alegrar-nos no seu amor.
(Cardeal D. Eugenio de Araújo Sales)
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Segue para diante...

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     Segue para diante, amando e servindo.
     Não nos deve preocupar a ausência de alheia compreensão.
     Antes de cogitarmos do problema de sermos amados, busquemos amar, conforme o Inesquecível Orientador nos observou:
     - "Amai-vos uns aos outros, tal qual eu vos amei". 
Bezerra de Menezes 
(Trecho da mensagem “Palavras aos Médiuns”, psicografada por Francisco Cândido Xavier, Livro: “Doutrina e Vida”)
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Celeste Amigo, Vem!

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CELESTE AMIGO, VEM!

Celeste Amigo, vem! Embora a noite escura
Transborde luto e dor, anseios e orfandade,
Nos caminhos sem pão, há treva e desventura,
Desesperos cruéis em meio a tempestade!

Celeste Amigo, vem! Que a miséria se espalha...
Há gritos de aflição na sombra que se adensa,
Há prantos de viuvez e estrondos de metralha,
Duelos da ambição e abismos da descrença...

Celeste Amigo, vem! Que há lázaros à espera,
Cegueira, lepra, morte, angústia e intemperança,
Traze, Senhor, de novo, a doce primavera,
Da paz que desabrocha aos honos da esperança.

Celeste Amigo, vem! Que o mundo aguarda aflito
O divino fanal de Tua inspiração!
Dá-nos, Senhor Jesus, o Teu olhar bendito!
Na alvorada de amor da eterna redenção!
Nina Arueira    
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(Psicografado por Francisco Cândido Xavier,
em Pedro Leopoldo-MG, 01/04/1944)

Lembrança de Irmã

Pelo Centenário de Nina Arueira em 07/01/2016.
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LEMBRANÇA DE IRMÃ

Ah! minha Nina amada, abelha mansa
Da colmeia a que o Mestre se afeiçoa.
Guarda contigo, ovelha humilde e boa,
A saudade no escrínio da esperança!

Alma de arminho, cândida criança,
Mensageira do bem que aperfeiçoa,
Deus te enriqueça! Aureole-te a coroa
De eternidade e bem-aventurança!

Flor! – guarde-te o sol do amor divino,
Estrela! – acende o lume peregrino,
Irmã! – toda a ternura te reveste!

Espera e ama! exulta de alegria,
Que os teus amados chegarão, um dia,
Ao teu templo de luz no Lar Celeste!...
Auta de Souza         
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(Psicografado por Francisco Cândido Xavier,
em Pedro Leopoldo-MG, 07/01/1942)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Poema Divino

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Poema Divino
Pai nosso, que estás no céu, na terra, no fogo, na água e no ar. Pai nosso, que estás nas flores, no canto dos pássaros, no coração a pulsar; que estás na compaixão, na caridade, na paciência e no gesto de perdão.
Pai nosso, que estás em mim, que estás naquele que eu amo, naquele que me fere, naquele que busca a verdade. Pai nosso, que estás naquele que caminha comigo e naquele que já partiu, deixando-me a alma ferida pela saudade.
Santificado seja o Teu nome por tudo o que é belo, bom, justo e gracioso, por toda a harmonia da Criação. Sejas santificado por minha vida, pelas oportunidades tantas, por aquilo que sou, tenho e sinto e por me conduzir à perfeição.
Venha a nós o Teu reino de paz e justiça, fé e caridade, luz e amor. Reino que sou convocado a construir através da mansidão de espírito, reflexo da grandeza interior.
Seja feita a Tua vontade, ainda que minhas rogativas prezem mais o meu orgulho do que as minhas reais necessidades.
Ainda que muitas vezes eu não compreenda mais do que o silêncio em resposta às minhas preces, não Te ouvindo assim dizer: Filho aguarda, tua é toda a eternidade.
O pão nosso de cada dia me dá hoje e que eu possa dividi-lo com meu irmão. As condições materiais que ora tenho de nada servem se não me lembro de quem vive na aflição.
Pão do corpo, pão da alma, pão que é vida, verdade e luz. Pão que vem trazer alento e alegria: é o Evangelho de Jesus.
Perdoa as minhas ofensas, os meus erros, as minhas faltas. Perdoa quando se torna frio meu coração; quando permito que o mal se exteriorize na forma de agressão.
Que, mais do que falar, eu saiba ouvir. Que, ao invés de julgar, eu busque acolher. Que, não cultivando a violência, eu semeie a paz. Que, dizendo não às exigências em demasia, possa a todos agradecer.
Perdoa-me, assim como eu perdoar àqueles que me ofenderem, mesmo quando meu coração esteja ferido pelas amarguras e dissabores da ingratidão.
Possa eu, Senhor da Vida, lembrar de que nenhuma mágoa é eterna e de que o único caminho que me torna sublime é a humilde estrada da reconciliação.
Não me deixes cair nas tentações dos erros, vícios e egoísmo, que me tornam escravo de minha malevolência.
Antes, que Tua luz esteja sobre mim, iluminando-me, para que eu te encontre dentro de minh’alma, como parte que és de minha essência.
E livra-me de todo o mal, de toda violência, de todo infortúnio, de toda enfermidade. Livra-me de toda dor, de toda mágoa e de toda desilusão.
Mas ainda assim, quando tais dificuldades se fizerem necessárias, que eu tenha força e coragem de dizer: Obrigado, Pai, por mais esta lição!
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Tudo o que nos cerca é poesia Divina. Há um traço de Deus em cada ser da Criação.
Busquemos por Ele no desabrochar das flores, no correr das águas, no canto do vento, no cintilar das estrelas.
Mas, acima disso, busquemos por Ele em nosso interior. Basta que, por um instante, fechemos os olhos e O sintamos: lá Ele está, dando rima aos versos de nossas vidas...
(Redação do Momento Espírita - CD v. 25, ed. FEP)
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