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domingo, 27 de junho de 2010

Um Dia de Carinho, Alegria e Gratidão

"Pois a lembrança pintou este DIA perfeito, com cores que nunca esmaecem..." (Carrie Jacob Bond) Dia para deixar falar o CORAÇÃO.
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"Muitas pessoas vão entrar e sair da sua vida, mas só os AMIGOS de verdade deixarão pegadas no seu coração." (Eleanor Roosevelt)

"O que é o AMIGO? Uma única alma habitando dois corpos." (Aristótoles)

A AMIZADE traz consigo as sementes do amor; a partir dela se desenvolvem relacionamentos profundos.” (Marlo Thomas)

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"A AMIZADE é o encontro de duas almas atraídas uma pela outra e unindo numa confiança sempre crescente pensamentos, sonhos, virtudes, felicidade e sofrimentos, sentindo-se livres para se separarem e não se separando nunca." (Monsenhor Bougaud)

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(Imagens - desconheço autores)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A Felicidade

“A felicidade não pode estar onde a colocamos, com a nossa cegueira terrestre, mas no compreendermos a Vontade Divina, que saberá localizar a ventura para nós, como e quando oportuna. Não temos uma só vida. Teremos muitas. O segredo da alegria reside em nossa realização para Deus, através do Infinito. De etapa em etapa, de experiência em experiência, nossa alma caminhará para as glórias supremas da espiritualidade, como se fizéssemos a laboriosa ascensão de uma escada rude e longa.”
Célia Lucius
(Livro: “50 Anos Depois” de Emmanuel)
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(Imagem – Ponte Fabricius em Roma)

domingo, 13 de junho de 2010

As Diversas Línguas ou Carismas

Fala em línguas quem está repleto do Espírito Santo. As diversas línguas são o testemunho que devemos dar em favor de Cristo, a saber, humildade, pobreza, paciência e obediência. Quando os outros virem em nós estas virtudes, estaremos nós falando a eles. Nossa linguagem é penetrante quando é nosso agir que fala. Eu vos suplico, pois, deixai vossa boca emudecer-se e vossas ações falarem! Nossa vida está tão cheia de belas palavras e tão vazia de boas obras”.
(Santo Antônio de Pádua, Sermões sobre o Evangelho de Mateus)
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Santo Antônio de Pádua é tão conhecido por seu nome de ordenação que chamá-lo pelo nome que recebeu no batismo parece estranho: Fernando de Bulhões e Taveira de Azevedo. Ele era português: nasceu em 1195, em Lisboa. De família muito rica e da nobreza, ingressou muito jovem na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Fez seus estudos filosóficos e teológicos em Coimbra e foi lá também que se ordenou sacerdote. Nesse tempo, ainda estava vivo Francisco de Assis, e os primeiros frades dirigidos por ele chegavam a Portugal, instalando ali um mosteiro.
Os franciscanos eram conhecidos por percorrer caminhos e estradas, de povoado em povoado, de cidade em cidade, vestidos com seus hábitos simples e vivendo em total pobreza. Esse trabalho já produzia mártires, o que impressionou muito o jovem Fernando, levando-o a ingressar na Ordem e vestir o hábito franciscano, passando a se chamar Antônio. Em suas peregrinações, de forma inesperada, foi para a Itália e rumou para Assis, a fim de encontrar-se com seu inspirador e fundador da Ordem, Francisco. Com pouco tempo de convivência, transmitiu tanta segurança a ele que foi designado para lecionar teologia aos frades de Bolonha.
Com apenas 26 anos de idade, foi eleito provincial dos franciscanos do norte da Itália. Antônio aceitou o cargo, mas não ficou nele por muito tempo. Seu desejo era pregar, e rumou pelos caminhos da Itália setentrional, praticando a caridade, catequizando o povo simples, dando assistência espiritual aos enfermos e excluídos e até mesmo organizando socialmente essas comunidades. Pregava contra as novas formas de corrupção nascidas do luxo e da avareza dos ricos e poderosos das cidades. Ele viajou por muitas regiões da Itália e, por três anos, andou pelo Sul da França. Continuou vivendo para a pregação da palavra de Cristo até morrer, em 13 de junho de 1231, nas cercanias de Pádua, na Itália, com apenas 36 anos de idade. Ali, foi sepultado numa magnífica basílica romana.
(Fonte – Vida dos Santos, Edições Paulinas)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O Velho Pai


O cenário é comum, a cena é singela. Num banco de jardim da casa estão sentados um homem idoso e um jovem.
O jovem lê o jornal, com atenção. O idoso parece imerso em algo indefinível.
Então, um pequeno pássaro pousa no arbusto próximo e canta. O homem parece despertar e indaga: O que é aquilo? - apontando com o dedo na direção da pequena ave.
O rapaz alça os olhos e diz, secamente: É um pardal.
A avezita saltita de um galho a outro e a pergunta se repete: O que é aquilo?
A resposta agora não é somente seca, mas também denota enfado: Já disse, é um pardal!
O pássaro voa do arbusto para a árvore, continuando na sua dança matinal.
O que é aquilo? - soa de novo.
Agora, o rapaz se irrita e quase grita: É um pardal!
A ave, feliz, prossegue no seu bailar. Alça voo e parece desaparecer. Poucos segundos passados e retorna ao chão, bicando aqui, saltitando acolá.
O homem leva a mão aos olhos, como se desejasse ajustar a visão embaçada e, com natural curiosidade, pergunta: O que é aquilo?
O filho responde, em altos brados: É um pardal! Já disse: um pardal.
E soletra, aos gritos: P - a - r - d - a - l. Você não entende?
O homem se ergue, sobe os degraus, adentra a casa, lento e decidido. Pouco depois, retorna com um velho caderno nas mãos.
A capa é bonita, denotando que foi guardado com cuidado, como se guardam preciosidades.
Abre-o, procura algo, depois o entrega ao rapaz, ainda inquieto e raivoso.
Leia! - ele pede. E acrescenta: Em voz alta!
Há surpresa no moço, que lê pausada e cada vez com maior emoção: Hoje, meu filho caçula, que há uns dias completou 3 anos, estava sentado comigo, no parque, quando um pardal pousou na nossa frente.
Meu filho me perguntou 21 vezes o que era aquilo e eu respondi em todas as 21 vezes que era um pardal.
Eu o abracei todas as vezes que ele repetiu a pergunta, vez após vez, sem ficar bravo, sentindo afeição pelo meu inocente garotinho.
Então, o filho olha o pai. Há culpa e dor em sua alma.
Abraça-o, lacrimoso, beija-lhe a face, emoldurada pela barba por fazer.
Estreita-o, puxando-o para perto de si. E assim ficam: um coração ouvindo outro coração.
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Cenas como essa acontecem todos os dias, em milhares de lares, em todo o mundo.
Nossos anciãos, de braços dados com Alzheimer, demência senil ou problemáticas outras, indagam, perguntam, questionam.
A memória recente lhes falha. Mergulhados em retalhos de lembranças do passado, não entendem porque recebem gritos como resposta.
Pensemos nisso! E se as lágrimas nos umedecerem os olhos, não tenhamos vergonha de abraçar com amor nosso velho pai, nossa mãe, vovó, vovô, madrinha, tia... Agora.
(Texto do Momento Espírita, baseado no “O que é aquilo?”, de Constantin Pilavios)
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(Imagem – desconheço autor)

sábado, 29 de maio de 2010

Soneto


Não te entregues na Terra à indiferença.
Cheio de amor e fé, trabalha e espera;
Nos domínios do mal, nada há que vença
A alma boa, a alma pura, a alma sincera.

No pensamento nobre persevera
De servir, sempre alheio à recompensa;
O desejo do Bem dilata a espera
Das luzes sacratíssimas da Crença.

Vive nas rutilantes almenaras
Dos castelos do Amor de essências raras,
Aspirando os olores da Pureza!...

Terás na Terra então, a vida calma...
E a Morte não será, para a tua alma,
Jamais medonha e trágica surpresa.

Raul de Leoni
(Psicografado por Chico Xavier)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Caridade em Dobro

Diretriz do Bem
Caridade não pensa
Naquilo que outros façam;

Não pede recompensas
Para manifestar-se;

Nunca diz que faria,
Se lhe fosse possível;

Nunca pergunta o que há,
Condicionando o auxílio;

Não clama que agiria
Se outros fossem os fatos;

Realiza em silêncio
Quanto pode fazer.

Emmanuel
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Quanto Mais

Quanto mais alto estejas,
Mais apoio a prestar.

De quanto mais disponhas,
Mais poder de servir.

Quem possui mais cultura
Pode ensinar melhor.

Não recuses doar
Do que tenhas ou sejas.

Virtude sem trabalho
Lembra riqueza morta.

Recorda: Deus te dá
Para que também dês.

Emmanuel

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Obs.: Ambos os textos foram psicografados por Francisco Cândido Xavier.

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(Imagem – desconheço autor)

domingo, 9 de maio de 2010

Dia das Mães

MÃE DAS MÃES
Te chamam de Mãe,
Ó Virgem Maria,
Por seres a Santa
De Deus, serva pura.

Te louvo em preces,
Te peço também:
Olha por nós os teus filhos,
Nos conduz aos céus, amém!

Pede a Deus por nós
Teus filhos, pobres pecadores.
Que a Sua infinita misericórdia
Nos ajude e nos perdoe.

Que aprendamos de ti, Mãe,
A sermos mais santos e humildes.
Conduzi toda a humanidade
Para o céu, harmonia de luz e de cores.

Olha por todas as mães,
As que sofrem e as que amam,
Para que sejam respeitadas e amadas
Por tua ajuda clamamos.
Hermes José Novakoski

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MÃE

Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.

Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!

Mário Quintana

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(Imagens - desconheço autores)

domingo, 18 de abril de 2010

(Re)Encontro de Amigos

Pois a lembrança pintou este dia perfeito, com cores que nunca esmaecem...” (Carrie Jacobs Bond)
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"Muitas pessoas vão entrar e sair da sua vida, mas só os amigo de verdade deixarão pegadas no seu coração." (Eleanor Roosevelt)

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Hoje completa-se um ano daqueles inesquecíveis dias de abril, em que o SOL Iluminou e Aqueceu as almas, reunindo corações num FELIZ e TERNO (Re)Encontro de AMIGOS. Foram dois dias de muita ALEGRIA, da pura alegria que está em se compartilhar; compartilhar vida e sentimento de forma fraterna e sincera.
O tempo passou, deixou a SAUDADE e, com ela, a certeza da AMIZADE que uniu para sempre esses corações.
Obrigado, queridas AMIGAS: Rose, Mari, Carol, Ana, Gilka (mamãe) e Ana Luiza (prima), por essas doces e carinhosas lembranças! Ah, a Andréa também.
Que Deus as ABENÇOE!
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(Imagens - Irmão Sol, Irmã Lua)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Dia de Saudade

Assim são os corações paternos.
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Ser pai
É atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio.
O máximo de convivência no máximo de solidão.
É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver.
É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante.

Arthur da Távola
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Assim foi Clóvis Tavares, uma grande alma paterna que doou de si o quanto pode para consolar, amparar e ensinar a muitos corações filiais e, por eles, silenciosamente, lutou, sofreu e amou.
Aqui fica a nossa gratidão eterna nesse dia de saudade!...
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(Fotomontagem – www.institutoandreluiz.org)

sábado, 10 de abril de 2010

Estuda e Medita


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Se desejas aprender
A verdade imaculada,
Busca sempre a disciplina
Por senha da própria estrada.

Compêndios, textos e teses,
Nas lides da escola humana,
Trazem marcas indeléveis
Do suor de luta insana.

Os contratempos são névoas
No vale da indecisão.
Estuda, medita, serve
E encontrarás a ascensão.

Padece por aprender
Valorizando a existência,
A cultura nasce, bela,
Na forja da persistência.

Não te orgulhes de saber
Nas lutas de toda idade;
A grande sabedoria
É sol e simplicidade.

Para melhor conhecer,
Busca a própria inspiração
No amor que é vida a expandir-se
Das fontes do coração.

Só no ABC do Evangelho,
Revelado por Jesus,
Encontraremos, enfim,
A bênção da Eterna Luz.

Dentre os reais mandamentos
De paz e renovação,
O amor é o primeiro artigo,
O segundo é a educação.

Por isso, busquemos todos,
Nas sombras do mundo externo,
A divina claridade
Que fulge no Livro Eterno.

Jesus é o Mestre Sublime
E a Terra é a Escola Bendita...
Se queres felicidade,
Trabalha, estuda e medita.


Casimiro Cunha
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(Imagem – desconheço autor)
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