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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

O Prazer de Servir

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O Prazer de Servir

Toda a natureza é um serviço.
Serve a nuvem, serve o vento, serve a chuva.
Onde haja uma árvore para plantar, plante-a você;
Onde haja um erro para corrigir, corrija-o você;
Onde haja um trabalho e todos se esquivam, aceite-o você.
Seja o que remove a pedra do caminho,
O ódio entre os corações e as dificuldades do problema.
Há a alegria de ser puro e a de ser justo;
mas há, sobretudo, a maravilhosa, a imensa alegria de servir.
Que triste seria o mundo, se tudo se encontrasse feito,
se não existisse uma roseira para plantar, uma obra a se iniciar!
Não o chamem unicamente os trabalhos fáceis.
É muito mais belo fazer aquilo que os outros recusam.
Mas não caia no erro de que somente há mérito
nos grandes trabalhos;
há pequenos serviços que são bons serviços:
adornar uma mesa, arrumar seus livros, pentear uma criança.
Aquele é o que critica; este é o que destrói; seja você o que serve.
O servir não é faina de seres inferiores,
Deus que dá os frutos e a luz, serve.
Seu nome é: Aquele que Serve!
Ele tem os olhos fixos em nossas mãos
e nos pergunta cada dia: Serviu hoje? A quem?
A árvore? A seu irmão? A sua mãe?
Gabriela Mistral
(Tradução de Fernandes Soares)
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domingo, 4 de outubro de 2015

Pelo Dia de São Francisco

            “Põe todos os pensamentos no Senhor; Ele se encarregará de prover pelo teu sustento.” (Salmos, 54: 23)
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         “Nós vos adoramos, Senhor Cristo, aqui e em todas as igrejas do mundo inteiro, e vos bendizemos por nos terdes redimido com a vossa Santa Cruz!” (São Francisco de Assis)
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“Quem és, meu caro Senhor e Deus, e quem sou eu, o mais humilde verme da terra entre os teus servos? Meu Senhor bem amado, quanto quereria amar-te eu! Meu Senhor e Deus, dou-te o meu coração e o meu corpo; mas com que alegria faria mais, por teu amor, se soubesse como!” (São Francisco Assis)
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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Toda Gentileza é uma Declaração de Amor

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Toda Gentileza é uma Declaração de Amor
Gentil é aquele que passa pela vida do outro, toca-o com leveza e marca-o onde ninguém mais pode ver.
Lembro-me que, quando pequena, sempre saia com meu avô pela rua. Figura agradável e prestativa, não economizava sorrisos ou negava favores. Jamais o vi reclamando que alguém não pagou pelo seu trabalho ou que foi explorado. Brincava com as meninas da padaria, dava gorjeta, ajudava aos irmãos, aos filhos e mimava as netas. Quando trabalhava, fazia-o assoviando. O que o tornava tão especial e querido por todos? O que o mantinha nesse estado de equilíbrio com o ambiente? Gosto de pensar que ele era gentil consigo e com a vida.
Todos passamos por situações complicadas. Somos ludibriados, destratados e, muitas vezes, até mal amados. Sofremos com a falta de dinheiro, temos preocupações com a nossa saúde, com a saúde dos filhos, dos nossos pais, do nosso cachorro. Entretanto, o que difere o ser gentil é que ele não coloca seus problemas no centro do mundo e nem acha que todos têm que parar com suas vidas porque ele não está bem. O verdadeiro entendedor da gentileza sabe ser suave com o outro, percebe que somos interligados por algo maior que nossos próprios interesses, que as relações humanas são pétalas de uma mesma flor.
Ainda hoje, embora tenham se tornado espécimes raros, diz a lenda que, quando vistos, são facilmente reconhecíveis. São aqueles que nos olham verdadeiramente nos olhos, que, quando íntimos, nos dão abraços apertados, que cumprem suas promessas e que não pensam antes de se levantar e oferecer seu lugar no banco.
O ser gentil é naturalmente educado, pois valoriza o outro como pessoa. Sabe que respeito é afeto, que delicadeza é cuidado e que toda gentileza é uma declaração de amor.
Josie Conti
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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Fácil e Difícil

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FÁCIL E DIFÍCIL
Fácil amontoar. Difícil distribuir. 
Fácil falar. Difícil fazer. 
Fácil arrasar. Difícil construir. 
Fácil reprovar. Difícil compreender. 
Fácil acomodar. Difícil realizar. 
Fácil ganhar. Difícil ceder.
Fácil crer. Difícil discernir.
Fácil ensinar. Difícil exemplificar.
Fácil sofrer. Difícil aproveitar.
Qualquer pessoa, de qualquer condição, pode fazer o que é fácil; entretanto, efetuar o que é difícil pede noção de responsabilidade e burilamento íntimo. É por esse motivo que o Espiritismo, sendo em si mesmo a doutrina da fé raciocinada, para que se cumpra o imperativo evangélico do "a cada um segundo as suas obras", reclama o combustível do serviço individual, para que brilhe, em cada um de nós, o facho da educação.
Albino Teixeira
(Livro: “Caminho Espírita”, psicografado por Chico Xavier)
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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Hoje é o Tempo

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HOJE É O TEMPO
Ontem, foste o que eras.
Amanhã, serás o que fizeres de ti.
Hoje, porém, és o que és.
Por isso mesmo, não te detenhas.
Aproveita agora para realizar o bem que deves e já possas fazer.
Emmanuel
(Psicografado por Chico Xavier)

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Palavras de Clara

DIA 11 DE AGOSTO
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            Para continuarmos a buscar a santidade em nossos tempos!
       Ponha a mente no espelho da eternidade, coloque a alma no esplendor da glória.
          Ponha o coração na figura da substância divina e transforme-se inteiro, pela contemplação, na imagem da divindade.
        Desse modo também você vai experimentar o que sentem os amigos quando saboreiam a doçura escondida, que o próprio Deus reservou desde o início para os que o amam.
             Ame totalmente o que se entregou inteiro por seu amor, aquele cuja beleza o sol e a luz admiram, cujos prêmios são de preciosidade e grandeza sem fim.
Santa Clara de Assis
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domingo, 9 de agosto de 2015

Dia dos Pais, Dia de Deus

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DIA DE DEUS

            Pensando em Deus, pensa igualmente nos homens, nossos irmãos.
            Detém-te, de modo especial, na simpatia e no amparo possível, em favor daqueles que se fizerem pais ou tutores.
            As mães são sempre revelações angélicas de ternura, junto aos sonhos de cada filho, mas é preciso não esquecer que os pais também amam.
            Esse perdeu a juventude, carregando as responsabilidades do lar; aquele se entregou a pesados sacrifícios, apagando a si mesmo, para que os filhos se titulassem com brilho na cultura terrestre; outros se escravizaram a filhinhos doentes; muitos foram banidos do refúgio doméstico, às vezes, pelos próprios descendentes, exilados que se acham em recantos de imaginário repouso, por trazerem a cabeça branca por fora, e, em muitas ocasiões alquebrada por dentro, sob a carga de lembranças difíceis que conservam em relação aos infortúnios que atravessaram para que a família sobrevivesse, e, ainda outros renunciaram à felicidade própria, a fim de se converterem nos guardais da alegria e da segurança de filhos alheios!...
            Compadece-te de nossos irmãos, os homens, que não vacilaram em abraçar amargos compromissos, a benefício daqueles que lhes receberam os dons da vida.
            Ainda mesmo aqueles que se transviaram ou enlouqueceram, sob a delinquência, na maioria dos casos, nos merecem respeitoso apreço pelas nobres intenções que os fizeram cair.
        A vida comunitária, na Terra de hoje, instituiu datas de homenagens às profissões e pessoas. Lembrando isso, reconhecemos, por nós, que o Dia das Mães é o Dia do Amor, mas reconhecemos também que o Dia dos Pais é o Dia de Deus.
Emmanuel

(Livro: "Seara de Fé", psicografado por Francisco C. Xavier)
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domingo, 2 de agosto de 2015

Pelo Dia do Perdão

     Tu és bondoso e perdoador, Senhor, rico em graça para com todos os que te invocam. (Salmos 85:5)
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(Igreja de Santa Maria dos Anjos ou Porciúncula, em Assis)
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     Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. (Colossenses 3:13)
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segunda-feira, 20 de julho de 2015

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Exortação

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EXORTAÇÃO

Sofre, mas não declines da confiança
Que sereno puseste no futuro.
Se és bom, tens o caminho mais seguro:
O bom é uma subida que não cansa.

Sofre, que o sofrimento é uma esperança
Em quem deseja revelar-se puro.
- Que fora o claro se não fora o escuro?
Sem sofrimento a glória não se alcança.

Não te assustem pedradas. Olha o mundo
Com os olhos virgens dos relances da ira.
Vê que o solo, ferido, é mais fecundo.

E se tens n’alma o Céu, por que temê-las?
As pedras que o homem contra Deus atira,
Ao contato do Céu, tornam-se estrelas!

Luís Carlos da Fonseca Monteiro
(Poeta, membro da ABL)
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