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sábado, 12 de maio de 2018

Homenagem às Mães - por Casimiro Cunha

À MINHA MÃE
São três letras, apenas três; no entanto,
Delas fez Deus o mais sublime poema
Poema de amor, de luz, da luz suprema
Que nos aclara a vida e enxuga o pranto.

Mãe é o seu nome, desse eterno emblema
Do mais puro sentir. Mãe,  sacrossanto
Ideal feito mulher, és um problema
Para quem vive da descrença ao manto!

Quando do esquife à beira, um filho choras,
Brotam-te da alma límpidas auroras.
Nas lágrimas que vertes de saudade...

E ao ver-te assim, o próprio ateu se inclina
E crê num Deus, e crê na voz Divina,
Porque em ti se reflete a divindade!
Casimiro Cunha
(Fonte: Academia de Letras de Vassouras, 2002)
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CARTA ÀS MÃES
Minha irmã, se Deus te deu
A luz da maternidade
Deu-te a tarefa divina
Da renúncia e da bondade.

Busca imitar no caminho
A Rosa de Nazaré,
Irradiando o perfume
De amor, de humildade e fé.

Lembra sempre em tua estrada,
Que a paz de tua missão
É feita dessa ternura
Que nasce do coração.

Contempla em cada filhinho
Um luminoso sorriso
Da alegria dolorosa
Que te leva ao paraíso.

Porque, ser mãe, minha irmã,
É ser prazer sobre as dores,
É ser luz, embora a estrada
Tenha sombras e amargores.

Ser mãe é ser a energia
Que domina os escarcéus,
É ser nas mágoas da Terra
Um sacrifício dos céus.
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Casimiro Cunha
(Fonte: Cartas do Evangelho,
Livro psicografado por Chico Xavier)
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