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terça-feira, 15 de novembro de 2011

O Tempo

     "O tempo é o advogado de todos. Fala sem palavra e exalta sem louros humanos. Confere a cada um segundo as próprias obras, a alegria ou a dor, a libertação ou o compromisso."
M. Augusta Bittencourt*
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     "Que mistério não é o tempo!
     O tempo porta toda vida e toda atividade aqui na terra lhe é sujeita.
     Pela cruz que o domina, o tempo não é apenas extensão; possui uma profundidade em razão de nossas raízes imortais. O tempo é beleza, é verdade, é virtude, é amor e é esperança. Admirar, compreender, amar, esperar e fazer o bem, isto é DURAR.
     O homem tem pelo menos o consolo e a nobreza de não por a eternidade onde não está. Mas o tempo não cumpriu suas promessas divinas. Nosso tempo perdeu o caminho.
     Que distância da verdadeira vida e aquilo que dela fizermos!"
Antonin Sertillanges
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     "O tempo é empréstimo de Deus. Com ele erramos, com ele retificamos."
Aparecida*
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(*Textos - psicografados por Chico Xavier)
(Imagem - desconheço autor)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Tua Imagem...

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     "Quando pensei fazer a Tua Imagem com a minha vida, para que os homens a adorassem, eu trouxe a Ti o meu pó e os meus desejos, os meus sonhos e as minhas ilusões coloridas.
     Quando eu pedi que fizesses da minha vida uma imagem do Teu Coração, para que lhe desses o Teu Amor, Tu me trouxeste o Teu Fogo, a Tua Força, a Tua Verdade, a Tua Beleza e a Tua Paz."
Rabindranath Tagore
(Livro: "A Colheita")
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Repartir o Pão

      "A caridade sempre foi a força que me sustentou; tudo sempre valeu a pena, por causa dela... Quando ficava muito aborrecido comigo mesmo, com as minhas imperfeições e erros, procurava a periferia da cidade, visitando as favelas... Sempre encontrei na prática do bem a mensagem de consolação e o conforto espiritual de que me achava carente. (...) Trocava um pedaço de pão por energia para o dia seguinte."
(Chico Xavier)
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      Conta uma legenda da tradição franciscana: Certo dia se surpreendeu Francisco a si mesmo muito alegre porque começava a degustar Deus em todas as coisas. Saiu pelos caminhos cantando e convidando a cantar. Passou por um pessegueiro e lhe disse: “Pessegueiro, meu irmão, fale-me de Deus!” E o pessegueiro estremeceu um pouco como sacudido por brisa leve. E floresceu totalmente como se nele tivesse irrompido a primavera. Francisco saiu mais alegre ainda. Passou por um ribeirinho que se represava naturalmente junto a uma sombra benfazeja. Disse-lhe Francisco embriagado de Deus: “Ribeirinho, meu irmão, fale-me de Deus!” E as águas começaram a borbulhar como se quisessem falar. Depois foram se acalmando até criar-se um espelho de água cristalina. Francisco olhou atentamente para a profundidade. E viu lá dentro o rosto de sua querida Clara. Saiu radiante e mais alegre.
      Um pouco além encontrou, sentados num fio, um bando de passarinhos. “Passarinhos, meus irmãos, falem-me de Deus.” E os passarinhos começaram a piar e a repiar uma melodia que jamais se ouvira naquela região. Depois silenciaram. Formaram como uma cruz e subiram em flecha para o céu sereno. Francisco saiu cantarolando de alegria exuberante. Encontrou um homem com sua mochila às costas como se viesse de longa caminhada. Disse-lhe: “meu irmãozinho, fale-me de Deus!” E o irmão nada disse. Tomou Francisco pela mão e com carinho o conduziu consigo à cidade. Chegaram ao centro. Atravessaram a cidade e pararam na periferia onde moram os pobres. Foi à pequena praça, onde se busca a água escassa, onde estão as mulheres que lavam a roupa, os velhos que conversam, os mais pobres que esmolam, as crianças que brincam. Sentou-se junto à primeira roda. Abriu a mochila e foi distribuindo pão com mão generosa. Todos começaram a se aproximar. Recebiam o pão e se afastavam. A mão entrava e saia da mochila. O pão era distribuído fartamente.
      E na medida em que os homens repartiam entre si o pão recebido, uns ajudando os outros, o pão miraculosamente não faltava da mochila e bastava a todos os necessitados. Depois, muito grave, apenas olhou para o céu e disse: “Pai-nosso”. Em seguida olhando em volta apenas disse: “O pão nosso!” Francisco entendeu e não se continha de tanta alegria porque encontrara Deus no partir o pão e nos irmãos pobres e necessitados que repartiam entre si o pão recebido.
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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Francisco - um uomo di Dio!

         “Queria que os maiores se unissem aos menores, que os sábios se ligassem aos simples por um amor fraterno e que os afastados se sentissem ligados por um amor de união.” (São Francisco)
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        Subindo certa feita Frei Bonaventura, hortelão do convento da Porciúncula, o Monte Subásio com um confrade de país distante, perguntou-lhe o dito confrade o que seria a espiritualidade franciscana. Frei Bonaventura, homem simples e muito espiritual, com voz doce, respondeu:A espiritualidade franciscana é São Francisco. E quem é São Francisco? Basta dizer-lhe o nome e todos já têm a mesma idéia. E a idéia é esta: São Francisco ‘é um uomo di Dio!’ E porque era homem de Deus sempre viveu em tudo o essencial. Por isso era simples, cortês e terno para com todos, como Deus em sua misericórdia”.
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Tentando caminhar nas trilhas de São Francisco
Irmão que viveste na úmbria
acende estas palavras com a tua sombra
silenciosa companheira
fazendo-nos amar os caminhos.
.............................................
ensina tua alma amiga
a gostar dos ventos
vive profunda indefesamente
a ciência da esperança
ela é fiel
e a mais lúcida de tuas irmãs
ela vive a medida da desmedida
e ousa contemplar o segredo do tempo.
.................................................
Amar
único verbo
sereno a mover-se
sobre a ofuscante certeza da eternidade
irmão que um dia viveste na úmbria
senhor irmão aceso pelo amor
incandesce os nossos caminhos
mas tão profundamente
que possamos amar as sombras
e sem ódio ou temor
ver as estrelas perdidas no deserto olhar do lobo.
José Paulo
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Algumas palavras sobre o Amor

     "Não importa o quanto faças, mas sim o quanto amas." (Santo Agostinho)
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     Amor é devotamento,
     Nem sempre só bem-querer,
     Bendito aquele que dá
     Sem pensar em receber.
               (Sabino Batista, por Chico Xavier)
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     "Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor... Lembre-se. Se escolher o mundo ficará sem amor, mas se escolher o amor com ele você conquistará o mundo." (Albert Einstein)
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     "Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes." (Albert Schweitzer)
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(Imagem - desconheço autor)

sábado, 27 de agosto de 2011

Viver, Agora

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Agora,
Viver é refletir
no que foi bom ou ruim,
mas passou:
Para sonhar de novo
com o que pode ser bonito
e mais forte,
porque bem enraigado
num solo que conheça
limites e escoamentos.
Viver é arriscar
Passos Novos,
onde haja a luz
do entendimento,
da paciência,
da consideração,
da ajuda,
do auto-respeito!
Viver é acreditar
na poesia e realidade
da ternura,
na energia de um sorriso calmo,
no poder da reconstrução
perene,
de cada dia.
Viver é até tremular
como lágrima que brilha,
porque vem do coração
que aprendeu
a suportar o inevitável,
sem jamais desistir.
Antonieta de Castro Sá
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(Imagem - desconheço autor)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Entardecer da Vida

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"No entardecer de nossas vidas seremos examinados no AMOR." (São João da Cruz )
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(Imagem - desconheço autor)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Mensagem do Perdão

     Viver a simplicidade do ser, é viver a sabedoria do perdão e a eternidade do verdadeiro amor. (Rosinha Megdesian)
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      Filho meu, minha voz não despreza tuas pequeninas coisas de cada dia, mas delas se eleva para as grandes coisas de todos os tempos.
     (...) Ama o trabalho, mas com espírito novo; ama-o, não pelo que ele é propriamente, porém, como um ato de adoração a Deus, como manifestação de tua alma, nunca como febre de riqueza ou domínio. Não prendas tua alma aos seus resultados, que pertencem à matéria e, portanto, sujeitos à caducidade; ama, porém, o ato, somente o ato de trabalhar. Não seja a posse, o triunfo, a tua recompensa, mas sim, a satisfação íntima de haveres cumprido, cada dia, o teu dever, colaborando assim no funcionamento do grande organismo coletivo.
     (...) Desapega-te de tudo, inclusive do fruto de teu trabalho, se queres entrar na posse da paz. Ocupa-te das coisas da Terra, mas apenas o suficiente para aprenderes a desapegar-te delas.
     Toda construção deve localizar-se no teu espírito, deve ser construção de qualidades e disposições da personalidade, e não edificação na matéria, que é um remoinho de areia que nenhum sinal pode conservar.
     (...) Outro grande problema, que voz diz respeito, é o amor. Elevai-vos em amor, como deveis elevar-vos em todas as coisas, se quereis encontrar profundas alegrias. Martelai vossa alma, num íntimo trabalho de cada dia, que vos leva à conquista de amores sempre mais extensos, únicos que têm a resistência das coisas terrenas.
     Sabes que o amor se eleva do humano ao divino e que nessa ascensão ele não se destrói, mas se fortalece, aperfeiçoando e multiplicando-se. Segue-me e, então, poderás entoar o cântico do amor:
     “Meu corpo tem fome e eu canto; meu corpo sofre e eu canto; minha vida é deserta e eu canto; não há carícias para mim, porém todas as criaturas vêm à mim. Meu irmão de mim se aproxima como inimigo, para prejudicar-me, e eu lhe abro os braços em sinal de amor. Eu vos bendigo a todos vós que me trazei dor, porque com ela me trazeis a purificação, que me abre as portas do Céu. Minha dor é um cântico que me faz subir. louvado sejas, ó Senhor, pelo que é a maior maravilha da vida; que as pobres intenções malignas de meu próximo sejam para mim a Tua Bênção”.
     (...) Almas, almas eu peço. para conquistá-las vim das profundezas do infinito, onde não existe espaço nem tempo, vim oferecer-vos meu abraço, vim de novo dizer-vos a palavra da ressurreição, para elevar-vos até mim, para indicar-vos um caminho mais elevado onde encontrareis as alegrias puras.
     Vós vos identificastes de tal modo com a vida física que já não podeis sentir senão uma vida limitada como a do vosso corpo. Pobre vida, rápida e cheia de incertezas, enclausurada nas limitações de vossos pobres sentidos. Pobre vida, encerrada num ataúde, na sepultura que é o corpo a que tanto vos agarrais. Minha voz encerrará todos os extremos de vossas diferentes psicologias. Escutai-me!
     (...) Minha verdade é áspera e nua, contudo é a verdade. Peço o vosso esforço, mas dou a felicidade. Digo-vos: “Sofrei”, mas junto de vós estarei no momento da dor; com piedade maternal, velarei por vós; medindo todo o vosso esforço, proporcionarei as provas segundo vossa capacidade; finalmente, farei o que o mundo não faz: enxugarei vossas lágrimas.
     O mundo parece espargir rosas, mas na verdade distribui espinhos; eu vos ofereço espinhos, porém vos ajudarei a colher rosas.
     Segui-me, que o exemplo já vos dei. Levantai-vos, ó homens: é chegado o momento. Não venho para trazer guerra, mas, sim, paz. Não venho trazer dissensão às vossas idéias nem às vossas crenças: venho fecundá-las com meu espírito, unificá-las na minha luz.
     Não venho para destruir e sim para edificar. O que é inútil morrerá por si mesmo, sem que eu vos dê exemplo de agressividade.
     (...) Não venho para agredir, mas para ajudar; não para dividir, mas unir; não demolir, mas edificar. Minha palavra busca a bondade, antes que a sabedoria. Minha voz a todos se dirige. Ela é ampla como o universo, solene como o infinito. Descerá aos vossos corações, às vezes com a doçura de um carinho, outras vezes arrastadora como o tufão.
     (...) Homens, tremei! É supremo o momento. É por motivos supremos que do Alto desço até vós. Escutai-me: o mundo será dividido entre aqueles que me compreendem e me seguem e aqueles que não me compreendem e não me seguem. Ai destes últimos! Os primeiros encontrarão asilo seguro em meu coração e serão salvos; sobre os outros a Lei, não mais compensada pelo meu amor, descerá inelutavelmente e eles serão arrastados por um vendaval sem nome para trevas indescritíveis.
     Não vos iludais: reconhecei a minha voz. Reconhecei-a pela sua imensa tonalidade, pela sua bondade sem fronteiras. Algum homem, porventura, já falou assim? falo-vos de coisas singelas e elevadas, de coisas boas e terríveis. Sou a síntese de todas as Verdades.
     Não me oponhais barreiras de vossas almas, mas escutai, ponderai, deixai que este raio de luz que vem de Deus desça à vossa consciência e a ilumine. Eu vô-lo rogo, humilhando-me em vossa presença; humildemente, para vossa salvação, eu vos suplico: escutai a minha voz!
     (...) Escutai-me. Falo-vos com amor, imenso amor. Fui por vós insultado e crucificado, e vos perdoei; perdoo-vos ainda e ainda vos amo. Trago-vos a paz. Até junto de vós retorno para falar-vos de uma ciência que a vossa não conhece, para pronunciar-vos a palavra que nenhum homem sabe falar, palavra que vos saciará para sempre. Escutai-me.
     Minha voz conduzirá vosso coração a um êxtase que nenhuma vitória material, que nenhuma grandeza do mundo jamais vos poderá dar.
     (...) Quem sou eu? - perguntais-me.
     Sou o calor do sol matinal que vela o desabotoar da florzinha que ninguém vê; sou o equilíbrio que, na variação alternadora dos elementos, a todos garante a vida. Sou o pranto da alma quebrantada, em que desabrocha a primeira visão do divino. Sou o equilíbrio que, nas mudanças dos acontecimentos morais, a todos promete salvação. Sou o rei do mundo físico de vossa ciência; sou o rei do mundo moral que não vedes.
     Sempre me procurais, em toda a parte. Sempre mais profundamente vos escapo, de fibra em fibra, nas vossas mesas de anatomia, de molécula em molécula nos vossos laboratórios. Vós me procurais, dilacerando e dissecando a pobre matéria: mas eu sou espírito e animo todas as coisas. Não com os olhos e os instrumentos materiais, mas somente com os olhos e os instrumentos do espírito podereis encontrar-me.
     Sou o sorriso da criança e a carícia materna; sou o gemido daquele que corre implorando salvação; sou o calor do primeiro raio de sol da primavera, que traz a vida e sou o vendaval que traz a morte; sou a beleza evanescente do momento que foge; sou a eterna harmonia do universo.
     Sou Amor, sou Força, sou Ideia, sou Espírito que tudo vivifica e está sempre presente. Sou a lei que governa o organismo do universo com maravilhoso equilíbrio. Sou a Força irresistível que impulsiona todos os seres para a ascensão. Sou o cântico imenso que a criação entoa ao Criador.
     (...) A humanidade terrestre aproxima-se de sua unificação, numa nova consciência espiritual. Não vos insulteis, pois; antes, compreendei-vos uns aos outros. Que cada um concorra com o seu grãozinho para a grande fé e que esta vos torne todos irmãos.
     Que a religião, que é revelação minha, e a ciência, que é o vosso esforço e todas as vossas intuições pessoais se unam estreitamente numa grande Síntese, e seja esta uma síntese de verdade.
     Porque eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
(Mensagem de "Sua Voz" recebida pelo Prof. Pietro Ubaldi no dia 02 de agosto de 1932, dia do Perdão da Porciúncula, de São Francisco de Assis.)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Lembrando o Dia do Amigo

     A AMIZADE verdadeira sorri na alegria, consola na tristeza, alivia na dor e se eterniza em Deus." (J. Calvet)
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     "Um AMIGO fiel é uma poderosa proteção; quem o achou descobriu um tesouro. Nada é comparável a um AMIGO fiel. (Eclesiástico 6: 14-15)
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     "O AMIGO nos aquece;
     a AMIZADE sempre fala, ainda que no silêncio;
     com um bom AMIGO, nunca estamos sós;
     AMIZADE é afeto estendido;
     o dom da AMIZADE transcende as barreiras das raças;
     ser AMIGO é ser fiel..."
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(Imagem - desconheço autor)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Doçura da Pobreza

     "Um verdadeiro pobre é um nobre. Os vulgares não são pobres. Cortesia, irmão Leão, não só para com as pessoas, mas para com os animais e as coisas."

     "O Senhor não me chamou para ensinar como doutor, mas para viver como um pobre servidor."
 São Francisco de Assis
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Doçura da pobreza assim.
Perder tudo o que é seu.
Até o egoísmo de ser seu.
Tão pobre que possa apenas concorrer às multidões...
Dei tudo o que era meu.
Gastei-me no meu ser.
Fiquei apenas com o que há de toda gente em mim.
Doçura da pobreza assim...
Nem me sinto mais só, dissolvido nos homens iguais!
Mário de Andrade
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(Imagem - Desconheço autor)
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