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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Na Manjedoura

Num cocho frio de uma estrebaria,
Sem água, sem conforto, sem calor,
Há dois mil anos, Jesus nascia
Na manjedoura que lhe restou...

Não trouxe ouro por garantia,
Não desobedeceu ao Imperador,
Envolto em faixas, numa noite fria,
Na estrebaria que o abrigou,

Num cocho frio que já nem servia,
Na escuridão da noite que caía,
Nesse cenário enternecedor,

Ali, naquela noite, quem diria,
Era assim que a Humanidade recebia
Nosso Senhor Jesus, o Salvador.

Luís Alberto Mussa Tavares
(Imagem - desconheço autor)

Pobre Ele nascia,
Sem berço,
Sem teto,
Sem nada.
Na manjedoura Ele era posto,
Pra ser nosso alimento ali repousou.
E foi o pão da vida,
Repartindo seu coração por Amor.

“As raposas têm seus covis, e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça." (Jesus – Mt 8, 20).

Um comentário:

Eternessências disse...

Muito delicada a imagem!
Também publiquei alguns poemas do nosso amigo.São tão sensíveis e espirituais!
Hoje, à tarde, assisti ao filme "Jesus - História do nascimento".Uma versão simples e bela! Gostei muito!
PAZ, ALEGRIA e OBEDIÊNCIA!
Rose.

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